O Papel Moeda

 

 

 

Prédio da Rua da Alfândega, 17, ocupado

pelo Banco do Brasil de 1854 a 1926;

litografia de P. Bertichem, 1856

 

 

A 5 de julho de 1853, D. Pedro II sancionou a lei que criava o Banco do Brasil, resultante da fusão dos dois maiores bancos particulares da época, o Comercial do Rio de Janeiro e o Banco do Brasil criado por Mauá. O novo estabelecimento oficial tinha o monopólio ou a exclusividade de emitir papel-moeda em todo o território nacional, mas tal privilégio foi revogado alguns anos depois, concedendo-se também a alguns bancos particulares, como o do Rio Grande do Sul e o Banco Rural e Hypothecario, o poder de emissão, sob garantia de títulos públicos. Em 1862, o banco recupera sua função de emissor único, pondo fim à política de pluralidade bancária. Finalmente, em 1866, o governo transfere ao Tesouro Nacional a capacidade de emitir, passando o Banco do Brasil a atuar como simples banco comercial.

 

Fonte: http://www.bb.com.br/portalbb/page3,8703,8725,1,0,1,6.bb?codigoNoticia=5558&codigoMenu=4686&codigoRet=4705&bread=2_3

 

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